Vejamos como compreender este público pode ajudar as marcas a estabelecerem conexões significativas e duradouras com os consumidores nascidos entre 1995 e 2010
Não é apenas o ano de nascimento que determina a dinâmica geracional. Apesar de ser um critério relevante, a idade é apenas um dos muitos fatores que envolvem essa distinção. Para se ter uma noção, podemos citar eventos históricos, mudanças nos padrões culturais e de comportamento e avanços tecnológicos como marcos temporais que também definem a classificação. Todos esses acontecimentos contribuem para definir as principais características, perspectivas e experiências relacionadas à passagem de uma era para a outra.
Porém, em se tratando dos zoomers, como são chamados os jovens da geração Z - nascidos entre 1995 e 2010 -, a principal tendência que coincidiu com a chegada deles ao mundo (sem falar no bug do milênio) é, sem dúvida nenhuma, o fato de terem nascido em uma realidade 100% tecnológica. Diferentemente das anteriores, que presenciaram a transição do analógico para o digital, trata-se de um público acostumado à ideia de andar por aí sempre com um gadget na mão.
Ou seja, para eles, a vida não faz sentido sem que um dispositivo eletrônico portátil faça parte dela. Aliás, como puderam ver o crescimento da internet e a popularização dos smartphones e tablets desde crianças, demonstram domínio inato a tudo o que diz respeito ao ambiente virtual. E não para por aí: são pessoas bem peculiares quando o assunto é consumo, mercado de trabalho e engajamento, tanto social como ambiental e político. Com os olhos constantemente vidrados na tela, assistem de camarote a globalização enquanto selecionam o que vão comer, vestir e compartilhar em meio a avalanche de conteúdo ao qual são quase “bombardeados”, sobretudo, nas redes sociais.
Diante do cenário, como traduzir os pensamentos e ambições desses indivíduos em insights que ajudem as organizações a criar produtos e serviços que atendam suas dores e necessidades? O desafio começa em compreender os sentimentos daqueles que estão por trás do emojis. Pensando nisso, vejamos o que as marcas precisam entregar para chamar a atenção dos mais de 10% da população brasileira.
De acordo com o último censo do IBGE, 21,1 milhões de brasileiros têm entre 15 e 29 anos. Em uma ponta, são adolescentes que ainda não conquistaram total autonomia e poder de compra, mas mesmo assim movimentam a economia ao influenciarem diretamente os gastos das famílias. Além de estudantes, universitários, recém-formados ou profissionais em busca de uma colocação e de progressão na carreira. Não por acaso, grande parte das atenções e estratégias empresariais estão voltadas a esse perfil consumidor tão (hiper) conectado quanto exigente.
Em países mais desenvolvidos, a geração Z representa pelo menos 250 milhões de cidadãos, sendo que cerca de metade está empregada atualmente. Nos EUA, por exemplo, o número de colaboradores deste grupo trabalhando em período integral está quase ultrapassando o de baby boomers (nascidos entre 1945 e 1964). Vale lembrar que por lá, milhares de zoomers ocupam cargos de chefia, como diretores executivos de grandes companhias, sem falar nos que estão definindo os rumos da política americana em postos de alto escalão. Em resumo, conforme esta geração se torna mais influente, as empresas, os governos e os investidores precisam entendê-la.
Portanto, ao falarmos da geração Z, automaticamente nos vem à mente as particularidades a seguir:
A seguir, reunimos algumas informações vitais sobre a geração Z que podem impactar diretamente a tomada de decisões nos negócios.
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