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Como surgiu o PDA?

Postado em 22 de outubro de 2018 por The Way Com - Comunicação e Negócios
PDA

O programa Parceria para o Desenvolvimento do Acionista e da Família Empresária – PDA –  há 20 anos contribui para a longevidade de empresas e o fortalecimento profissional dos indivíduos

A observação atenta do mercado e o forte compromisso em ser útil para a sociedade marcaram a origem do PDA – Parceria para o Desenvolvimento do Acionista e da Família. Antonio Batista, presidente executivo da Fundação Dom Cabral, conta sobre o início do programa que ajuda muitas famílias empresárias.

“Empresários e fundadores de empresas importantes procuraram a FDC em 1998 interessados em garantir a longevidade de suas organizações. Os processos sucessórios estavam preocupando essas lideranças, e a FDC acompanhava esse movimento de forma atenta, com um time de alto nível”, diz Antonio.

O PDA se inspirou em outros programas da Fundação, como o PAEX – Parceiros para a Excelência, por exemplo. Com um ingrediente a mais, passou a acompanhar o ciclo de vida das organizações e dos indivíduos. “As empresas estavam crescendo e a questão da sucessão era um desafio. Tínhamos um grupo de estudos sobre a longevidade das empresas que indicava um alto índice de mortalidade das organizações na transição das gerações. As empresas entravam no PAEX para consolidar seus sistemas de gestão, pois é aí que os problemas de governança ficam evidentes. O PDA chegou para resolver essas questões”, conta Antonio Batista.

Para Batista, o PDA é um dos programas mais emocionantes da FDC. Não são raros os relatos de famílias sobre as mudanças positivas provocadas não só nos negócios, como também nas relações familiares.

O PDA trata da formação e preparação de sucessores, do conflito de transição entre gerações, dos acordos societários e da pulverização do patrimônio, e usa os mesmos princípios, conceitos, ferramentas de alinhamento e intercâmbio de experiências em redes de aprendizagem do PAEX.

Ao comentar sobre as similaridades entre os dois programas, o presidente executivo da FDC destaca que “o PAEX e o PDA são complementares. É comum a organização começar pelo modelo de estruturação de sua gestão e, no meio do caminho, se ver diante de conflitos entre gerações, quando sua origem é familiar. Então, ela participa também do PDA, para preparar toda a família para a condição pertinente para ser acionista. Essas questões são divididas com outros grupos familiares que vivem os mesmos desafios, e isso é muito positivo”.

 

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Fonte: “Abre aspas”: por empresários, para empresários : prosperidade em doze histórias, PAEX, PDA, PCS.

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