Quando os vendedores não vendem, o que fazer?

21/03/2024
Quando os vendedores não vendem, o que fazer? | JValério

Saiba como agir diante dos 5 problemas mais comuns que levam à queda nas vendas

Se tem uma preocupação que faz parte da rotina de qualquer gestor, sem dúvidas, ela diz respeito ao desempenho do setor de vendas. Isso porque a eficiência da área comercial bem como a qualidade da entrega dos vendedores exercem impacto direto nas receitas que mantêm uma empresa na ativa. Não por acaso, requer um sólido plano de ação para estabelecer objetivos e metas e, sobretudo, os meios e recursos para alcançá-los. Sem falar na capacidade de encarar os desafios de forma estratégica e resiliente a fim de manter equipes motivadas.

No dia a dia, os profissionais experientes estão acostumados a lidar com uma série de variáveis. Porém, a revolução digital mudou drasticamente o comportamento de consumo e, por consequência, o comércio teve que se adaptar às demandas do mercado atual. Diante do cenário, foi preciso baixar a guarda e romper paradigmas para acompanhar as transformações. Aliás, estar aberto às mudanças é o primeiro passo para se destacar da concorrência nesta nova realidade.

Porém, nem sempre é o bastante. Além do planejamento interno, há fatores externos que podem “balançar” o caixa das organizações baseadas na oferta de produtos e serviços. Certamente, uma condição indicativa de que algo não vai bem. Caso a má fase bata na porta, não adianta sair pelos corredores procurando os responsáveis. O bom líder sabe que a maior parte da “culpa” será atribuída aos vendedores, mas injustamente, pois uma vez que ele aceita o cargo estratégico é de seu pleno conhecimento o nível da responsabilidade assumida por si mesmo e pelos demais.

Enfim, dito isso, vale lembrar que ninguém está sozinho nessa jornada, pelo contrário. A maioria dos diretores, gerentes e supervisores já passaram ou ainda irão enfrentar uma crise nesse sentido. Caso ocorra, o que fazer para reverter é a resposta pela qual todos anseiam. Para sempre alcançar os patamares desejados, existem dois caminhos: reconhecer os erros e trabalhar em prol dos acertos.

Partindo da premissa, vejamos o que pode ser feito quando os vendedores não vendem o esperado e como aprimorar o relacionamento com o público-alvo e seu próprio time.

O que fazer quando as vendas não vão bem

Fazer desvios de rota ou até mesmo mudar completamente o rumo, a exemplo de marcas consolidadas que admitem a importância do rebrading, não chega a ser novidade nos negócios. Em se tratando de vendas, todo o processo requer atenção aos mínimos detalhes que, hoje em dia, tendem a mudar de uma hora para a outra sem aviso prévio. Assim, cabe a cada envolvido buscar o conhecimento e as ferramentas necessárias para que os números voltem a crescer, mesmo que exija rever conceitos, métodos e, inclusive, valores. Portanto, quando as vendas não vão bem, quem sabe este seja o momento por aí.

A seguir, listamos os 5 problemas mais comuns enfrentados pelas organizações. Saiba como agir diante deles para fugir da queda nas vendas.

Confira!

1. Apostar tudo em “técnicas de vendas”

Conhecer as principais técnicas de vendas é importante, mas apostar tudo nelas pode não ser a melhor jogada. Como falamos anteriormente, vivemos um período disruptivo que coloca em xeque quase tudo o que conhecemos até então. Por isso, condicionar seus resultados ao emprego de conceito x ou y é voltar ao século passado e fechar os olhos para o consumidor moderno, suas exigências, suas necessidades e a gama de escolhas que ele tem na ponta dos dedos.

2. Não prestar atendimento personalizado

A maioria dos vendedores aplicados saem de um treinamento típico de vendas dispostos a colocar todo o aprendizado em prática. No entanto, na ânsia de acertar, acabam adotando posturas mecanizadas. Ou pior, demonstram muita ansiedade e evidenciam que o único interesse é na efetivação e chegam a quase “forçar” uma venda. Em outras palavras, deixam de estabelecer conexão autêntica e um bom relacionamento com o cliente que, inevitavelmente, percebe e reage não se fidelizando. Como não é o que queremos, já sabe: conheça seus prospects e leads a ponto de conseguir determinar suas principais expectativas. Trate-os individualmente e, se possível, determine a linguagem que irá adotar a depender do perfil em questão. Por fim, no pós-venda, cuide para que os retornos aconteçam com rapidez e agilidade.

3. Negligenciar a escuta ativa

Quem ouve alguém nem sempre assimila, capta, processa e compreende verdadeiramente o que foi dito deixando passar informações valiosas. Já quem escuta ativamente não só presta atenção como se envolve no que está sendo comunicado a ponto de reunir elementos capazes de provocar sensibilidade, acolhimento e empatia. Esses sentimentos substituem julgamentos e juízos de valor pela adoção de diferentes pontos de vista, centralizando as necessidades do outro. A saber, a pessoa mais importante passa a ser aquela com que se conversa, seus anseios e suas dores ao passo que tenho compaixão por eles. Em resumo, aprimorar a escuta ativa favorece a reciprocidade: o ouvinte não apenas recebe, mas atua ativamente na construção da comunicação e na demonstração de interesse genuíno ao se conectar com o próximo.

4. Desconhecer o pitch de vendas

Atualmente, um bom pitch de vendas tem sido a alma do negócio. Mas você sabe o que este termo representa à gestão comercial? Bom, para começar, em português a palavra pitch significa “tom”. Na teoria, pode ser resumido como um discurso objetivo e de curta duração usado para que os consumidores se interessem por um produto ou serviço.  Na prática, aquelas duas ou três primeiras frases que ao serem ditas do jeito correto e no começo da conversa geram valor e acertam em cheio no alvo. Ou seja, argumentos acessíveis que conquistam a curiosidade, a atenção e o engajamento dos clientes em potencial (leads e prospects). Estes, por sua vez, precisam ser “velhos” conhecidos pelo qual se demonstra empatia e se pratica a escuta ativa, como explicamos nos tópicos acima.

Clique aqui e conheça os tipos de pitch de vendas existentes!

5. Acreditar que sabe tudo

As pessoas normalmente compram de quem elas confiam. Em virtude dessa tendência, é importante contar com um time qualificado para realizar as vendas. Por meio da expertise dos colaboradores, o cliente pode esclarecer dúvidas, conhecer mais sobre os produtos ou serviços oferecidos e entender como suas soluções atendem a uma necessidade real. Aqui, temos uma regra de ouro: investir no treinamento e no desenvolvimento de habilidades sociais das equipes deve ser uma prioridade. Assim,  o comercial irá transparecer confiança e criar um vínculo no ato da venda. Além de conseguir convencer um cliente mais avesso, essa abordagem também contribui para a fidelização.

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