Na veia: Learn & Go ajuda gestores a identificar e resolver problemas de gestão

31/05/2021
Na veia: Learn & Go ajuda gestores a identificar e resolver problemas de gestão | JValério

Formação é prática e personalizada: a partir de um diagnóstico, especialistas orientam executivos a tomarem decisões ágeis e assertivas para melhorar desempenho dos negócios no cenário pandêmico

JValério Gestão e Desenvolvimento, em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC), realiza o workshop Learn & Go: Crescimento Sustentável.  A capacitação é voltada para líderes de empresas de médio porte, interessados em aumentar sua competitividade e elevar seus resultados. Durante dois dias, eles terão contato com especialistas que irão orientá-los sobre como adotar a profissionalização da gestão em seus negócios. Os dois encontros terão duração de 3 horas, na plataforma Zoom, e acontecem ao vivo, nos dias 24 e 29 de junho. Para mais informações e inscrições, acesse https://materiais.jvalerio.com.br/learn-and-go.

Clodoaldo de Oliveira, diretor executivo da JValério, explica que as mudanças mercadológicas impostas pela Covid-19 exigiram que os gestores agissem com rapidez para se adequar às mudanças na estrutura dos negócios em diversas áreas: finanças, recursos humanos, marketing e logística.

“As mudanças, como a transformação digital, por exemplo, já estavam em curso e se tornaram prioridade para melhorar o relacionamento com o público interno, externo, parceiros ou steakholders, num momento em que os contatos presenciais precisaram ser deixados de lado na tentativa de frear a curva de contaminação pelo coronavírus. Muitas empresas precisaram reinventar seus processos para sobreviver e é nesse sentido que o Learn & Go é um aliado dos gestores que desejam aumentar a produtividade da organização, sem comprometer o futuro dos negócios. Um dos objetivos do treinamento, inclusive, é identificar e solucionar os desafios decorrentes do cenário atual”, diz Clodoaldo.

Legado Pós-evento

Ter a oportunidade de reconhecer o grau de amadurecimento na gestão da empresa é grande diferencial do workshop. Na ocasião, professores da FDC, que é a 9ª melhor escola de negócios do mundo, eleita pela Financial Times, irão ajudar os inscritos a traçarem um diagnóstico da gestão sobre quais aspectos precisam ser aprimorados. “Esse é um passo decisivo para avaliar as oportunidades de mercado e tornar a empresa mais eficiente”, aponta Clodoaldo Oliveira.

Segundo ele, a partir desse raio-X, os gestores receberão orientações para planejar, alinhar e executar ações estratégicas, visando melhores resultados em curto, médio e longo prazos. Para dar suporte ao crescimento sustentável, os professores também ensinam alguns atalhos, como a utilização de metodologias modernas e ágeis - que já foram implementadas com sucesso pelas empresas mais eficientes do mercado.

Metodologia

O Learn & Go foi moldado para orientar executivos e preencher algumas lacunas que se fazem presentes na gestão empresarial. Esses hiatos foram observados com base em uma pesquisa realizada pela Fundação Dom Cabral em parceria com a consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) e que foi divulgada no último mês de maio. O levantamento foi realizado com empresas familiares do mundo todo e analisou mais de 280 corporações brasileiras. O resultado apontou algumas falhas na gestão, como o investimento em inovação, que ainda é relegado para segundo plano.

A pesquisa identificou que 85% dos entrevistados brasileiros confirmam que a digitalização, inovação e tecnologia são prioridades, mas apenas 15% (contra 19% da média global) confirmou estar com sua jornada digital completa. Outros 72% (foram 62% na média global) reconhecem que há um longo caminho a percorrer.

Tendências que se tornaram realidade

Outra fragilidade das famílias empresárias brasileiras, observada pela pesquisa, é a preocupação com a sustentabilidade e suporte à comunidade local. Para se ter uma ideia, na China, 79% das companhias regidas por famílias priorizam a sustentabilidade contra 44% no Brasil e 23% nos Estados Unidos. No quesito de contribuir com sua comunidade, o placar se inverte, 79% das empresas familiares norte-americanas tem ações para a região onde atuam, contra 54% na China e 39% no Brasil.

Com o surgimento da ESG (Environment, Social and Governance), em 2005, os investidores passaram a demostrar interesse em aportar capital somente em negócios social e ambientalmente responsáveis. “Essa já era uma tendência forte e o Coronavírus apenas acentuou a necessidade da adoção de práticas sustentáveis e com foco no desenvolvimento e qualidade de vida das populações locais. Uma das lições trazidas pela pandemia é que o olhar para o próximo e para o meio ambiente são um diferencial competitivo que deve ficar claro nos valores, na comunicação, na imagem de uma marca”, alerta Clodoaldo.

O diretor executivo da JValério acrescenta ainda que, na prática, a ESG está voltada ao estabelecimento de propósitos em tudo o que a empresa faz. “Ao contribuir com a proteção e uso racional dos recursos naturais, a organização mostra que busca não só meios de atenuar os impactos ambientais, mas que se esforça na construção de um mundo mais justo e responsável. Isso demonstra o sentimento de pertencimento àquela comunidade onde está inserida”, avalia.

Para mais informações para a imprensa:

Giovana Chiquim

Lumière Comunicação – 41. 99583-4827

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